Lívia Andrade diz que não vai à academia há 10 anos
Cuidados com o corpo fazem parte da rotina de Livia Andrade
Por Redação
14 de Janeiro de 2026 às 09:51
A apresentadora Lívia Andrade afirmou recentemente, em entrevista, que não frequenta academia há mais de dez anos e que nunca teve prazer em treinar. Segundo ela, os cuidados com o corpo fazem parte da rotina, mas não envolvem exercícios físicos. Ao comentar sobre estética, disse que o principal procedimento que realiza atualmente na região do bumbum é o uso de bioestimulador de colágeno.
A declaração ocorre em um momento em que o uso desse tipo de procedimento se popularizou entre celebridades e figuras públicas, especialmente no período que antecede o Carnaval. A visibilidade de famosas que recorrem ao bioestímulo ajudou a difundir a percepção de que o tratamento poderia contribuir para a manutenção do contorno corporal mesmo sem a prática regular de atividade física, o que levanta questionamentos sobre seus limites reais.
Para o médico Roberto Chacur, referência em tratamentos corporais e speaker da Harmonize Gold, uma das marcas líderes em bioestimuladores de colágeno, é essencial entender onde exatamente o colágeno atua no corpo. Segundo ele, os bioestimuladores injetáveis agem de dentro para fora de maneira mais intensa do que suplementos orais.
“Produtos à base de hidroxiapatita de cálcio estimulam a produção dos colágenos tipo I e III, que são fundamentais para firmeza, densidade e sustentação da pele. Esse estímulo pode durar mais de um ano, melhorando a saúde do tecido”, explica o médico. De acordo com Chacur, essa resposta biológica é o que gera o efeito visual de pele mais firme e contorno mais definido, especialmente em regiões como glúteos e coxas.
O médico ressalta, no entanto, que também é preciso estimular a musculatura e suas funções metabólicas. “O bioestimulador melhora a pele. Ele não cria músculo, não aumenta força, não melhora condicionamento físico e não substitui o estímulo mecânico que o exercício promove”, afirma. Segundo ele, a confusão acontece porque uma pele mais firme pode dar a sensação de mudança corporal global, quando, na prática, trata-se de uma melhora estética localizada.
Chacur também diferencia o efeito dos bioestimuladores de outras abordagens comuns. “Suplementos de colágeno ingeridos agem de forma sistêmica e mais discreta. Já os bioestimuladores injetáveis atuam localmente, recrutando células da própria pele para produzir colágeno novo. São estratégias diferentes, com objetivos distintos”, diz.
Para o médico, o crescimento desse tipo de procedimento reflete um comportamento cada vez mais comum entre pessoas que não se identificam com academia, mas buscam alternativas estéticas. “Buscar melhora da pele é legítimo. O ponto é entender que colágeno e exercício físico não concorrem entre si. Um melhora a qualidade do tecido cutâneo; o outro atua sobre músculo, metabolismo e saúde geral”, conclui.
O Salgueiro levará à Marquês de Sapucaí, no Carnaval do Rio de Janeiro 2026, o enredo “A delirante jornada carnavalesca da professora que não tinha medo de bruxa, de bacalhau e nem do pirata da perna-de-pau – Homenagem a Rosa Magalhães”. A escola desfilará pelo Grupo Especial na terça-feira de Carnaval, 17 de fevereiro de 2026, encerrando os desfiles da noite como a última agremiação a se apresentar.
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