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Imagem: Divulgação
Mulher é presa suspeita de participar de execução de enfermeira dentro de carro em Rio Preto (SP)
Investigação da Polícia Civil do Estado de São Paulo aponta que ela pilotava a moto usada na perseguição enquanto o comparsa atirava contra o veículo da vítima
Por Redação
11 de Março de 2026 às 09:00
Uma operação da Polícia Civil do Estado de São Paulo prendeu uma mulher suspeita de participação no assassinato de uma enfermeira ocorrido em novembro do ano passado, em São José do Rio Preto. A ação, chamada “Lótus Rubra”, foi realizada em conjunto por equipes da DEIC de Rio Preto e da DEIC de Santos.
A prisão aconteceu durante o cumprimento de mandado de prisão temporária e de busca domiciliar expedidos pela Vara do Júri de Rio Preto. A investigada, uma mulher de 36 anos, foi localizada por policiais civis em uma casa noturna na região central de Santos, onde trabalhava como garota de programa.
O crime ocorreu na manhã de 16 de novembro de 2025, quando um carro em movimento foi perseguido por uma motocicleta. De acordo com a investigação, dois suspeitos estavam na moto e efetuaram diversos disparos contra o veículo. Um homem de 24 anos foi atingido, enquanto a enfermeira L. M. V. N., de 25 anos, não resistiu aos ferimentos e morreu.
Na época do crime, testemunhas relataram que a vítima estava dentro de um Honda HR-V acompanhada de um homem quando o motociclista se aproximou e abriu fogo. O atirador fugiu logo após os disparos.
Segundo a Polícia Civil, as investigações conduzidas pela Delegacia de Homicídios de Rio Preto identificaram que a motocicleta usada no ataque pertencia à mulher presa agora e que ela mesma conduzia o veículo no momento da ação criminosa.
Durante a operação, os policiais também cumpriram um mandado de busca em um condomínio na região norte de Rio Preto. No local, foram apreendidas roupas que teriam sido usadas pelo homem que estava na garupa da moto e realizou os disparos, o que ajudou na identificação dele.
Nas diligências, os agentes também encontraram celulares, anotações relacionadas ao comércio de drogas, mais de R$ 4 mil em dinheiro e uma quantidade significativa de crack. Por isso, além do homicídio, o suspeito apontado como autor dos tiros também poderá responder por tráfico de drogas.
De acordo com a Polícia Civil, a operação ocorreu sem intercorrências e faz parte do trabalho de investigação para esclarecer completamente o crime e responsabilizar todos os envolvidos na morte da enfermeira.
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