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Imagem: Divulgação Polícia Civil
Polícia Civil de Rio Preto (SP) prende bandidos que aplicavam golpes do falso leilão
Eles criavam sites fraudulentos e induziam vítimas a acreditar que haviam arrematado veículos por valores abaixo da média
Por Gazeta do Interior
12 de Fevereiro de 2026 às 09:55
A Polícia Civil de São José do Rio Preto (SP) prendeu nesta última quarta-feira (11/02/2026), dois indivíduos que aplicavam golpes do falso leilão durante a segunda fase da Operação “Dólos” — termo da mitologia grega que personifica o engano.
De acordo com a polícia, a ação foi realizada pela Divisão Especializada de Investigações Criminais (DEIC), por intermédio da 3ª Equipe da 1ª Delegacia de Investigações Gerais (DIG), com apoio do SECCOLD. A investigação teve início no final de 2025 e apurou a atuação de um grupo criminoso responsável por administrar um esquema de falsos leilões virtuais de veículos, conhecido como “Golpe do Falso Leilão”.
Segundo a polícia, os criminosos criavam sites fraudulentos, semelhantes aos de leiloeiros estabelecidos no mercado, por meio dos quais induziam vítimas de diversas cidades do Estado de São Paulo a acreditar que haviam arrematado veículos por valores atrativos, abaixo da média.
As investigações apontaram que a ação do grupo partia de regiões da Capital e da Grande São Paulo, sobretudo do município de Diadema. A partir da análise das informações obtidas na primeira fase da operação, os policiais conseguiram identificar os líderes da organização criminosa e seus principais colaboradores.
Durante a nova etapa da operação, foram cumpridos cinco mandados judiciais, sendo três de prisão e dois de busca e apreensão domiciliar. As diligências resultaram na prisão de dois investigados — um deles apontado como protagonista do esquema — além da detenção de outro alvo localizado na periferia de Diadema. As equipes continuam as buscas para capturar outro chefe do grupo, que permanece foragido.
De acordo com a DEIC, os prejuízos às vítimas somam milhares de reais, já que os veículos ofertados nos sites falsos eram anunciados por valores entre R$ 30 mil e R$ 200 mil. As investigações prosseguem para identificar outras possíveis vítimas e envolvidos no esquema.
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