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Imagem: Reprodução
PGM quer saber destino dos R$ 4,7 milhões antecipados pela Prefeitura à Santa Casa de Casa Branca
Procuradoria-Geral do Município busca esclarecer como foram utilizados os recursos públicos repassados antecipadamente ao hospital.
Por Redação
17 de Julho de 2026 às 09:41
A Procuradoria-Geral do Município (PGM) pediu à Justiça que a Santa Casa de Casa Branca apresente, em até 48 horas, a relação completa dos destinatários dos R$ 4,7 milhões repassados antecipadamente pela Prefeitura de Rio Preto para um convênio de mutirão de exames de imagem que acabou sendo cancelado.
De acordo com a PGM, a quebra do sigilo bancário da entidade apontou que, após receber os recursos em 22 de abril de 2026, o hospital realizou diversas transferências via PIX e TED para terceiros. A Procuradoria afirma que o dinheiro deveria permanecer em uma conta específica, conforme orientação do Tribunal de Contas do Estado (TCE-SP).
A Prefeitura também alega que, mesmo após ser informada do cancelamento do convênio, em 4 de maio, a Santa Casa continuou movimentando os recursos e devolveu apenas R$ 950 mil, levantando suspeitas sobre a destinação do restante do valor.
Caso o hospital não apresente as informações solicitadas, a PGM pede que o Ministério Público rastreie os beneficiários das transferências para esclarecer o destino dos recursos públicos. O caso, que levou à saída do então secretário municipal de Saúde, Rubem Bottas, também é alvo de uma sindicância na Prefeitura e de uma CPI na Câmara Municipal. A decisão agora está nas mãos da 2ª Vara da Fazenda de Rio Preto.
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