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Agentes da GCM irão ter bafômetro e etilômetro para fiscalização em Rio Preto
01/04/2025
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01 de Abril de 2025 às 09:54
A Prefeitura de Rio Preto por meio da Secretaria Municipal de Segurança Pública abriu licitação para a aquisição de bafômetros e etilômetros para uso dos agentes de trânsito da Guarda Civil Municipal (GCM); sendo a estimativa de R$ 242.500,00. Ao todo, serão 20 bafômetros tipo bastão e dez etilômetros digitais portáteis.
O equipamento permite verificar se o condutor está embriagado, sendo possível precisar a suposta quantidade de álcool concentrada no sangue do motorista, por meio do ar exalado através dos pulmões. O sistema mede a quantidade de etanol presente no ar expirado, calculando a quantidade de álcool no sangue.
A corporação até então, não possui nenhum equipamento dessa natureza anterior à licitação.
Atualmente, para realizar os testes de alcoolemia, a GCM atua em operações conjuntas com a Polícia Militar e DETRAN-SP. Para atuar na fiscalização de acidentes de trânsito e fiscalizar casos de embriaguez ao volante, os agentes receberão treinamento específico e os equipamentos serão utilizados nas operações.
Os aparelhos serão testados após a entrega. Todos os equipamentos possuem aprovação do INMETRO
Conforme a pasta, todos os itens em questão, serão homologados pelo INMETRO e SENATRAN, para uso dos agentes de trânsito da Guarda Civil Municipal da Secretaria Municipal de Segurança Pública. “Para a GCM, esses são equipamentos importantes na fiscalização do trânsito, ajudando a coibir motoristas alcoolizados e a reduzir acidentes e mortes nas vias do município", disse Marcos Boaventura, comandante da GCM”.
A reportagem tentou apurar o número de acidentes provocados por motoristas bêbados, mas o departamento de comunicação da PM informou que a polícia não consegue dimensionar com precisão a quantidade de acidentes de trânsito que envolvem condutores embriagados, porque muitos casos são encaminhados à Polícia Civil, responsável pela devida apuração e confirmação da embriaguez dos envolvidos. Já a SSP (Secretaria de Segurança Pública) também foi questionada, mas a assessoria alegou que os dados poderiam ser coletados com a PM.