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Imagem: Reprodução
Inspetora é espancada por mãe de aluno dentro de escola estadual em Rio Preto (SP)
Funcionária relatou ter sido agredida com socos, chutes e puxões de cabelo após impedir abertura total do portão da unidade
Por Redação
27 de Maio de 2026 às 09:44
Uma inspetora de 57 anos foi violentamente agredida dentro de uma escola estadual na noite da última terça-feira, (26/05/2026), no bairro Solo Sagrado, em São José do Rio Preto (SP).
Segundo o boletim de ocorrência, a funcionária foi atacada pela mãe de um aluno e por outras mulheres após uma confusão na saída dos estudantes.
De acordo com o registro policial, a vítima trabalhava normalmente na unidade escolar quando abriu parcialmente o portão para a saída de alunos do 6º ano. Nesse momento, um adolescente teria forçado a abertura completa do portão. Ao ser questionado pela funcionária sobre a atitude e se era aluno da escola, ele teria reagido de forma desrespeitosa.
Na sequência, a mãe do jovem entrou na escola sem autorização e passou a acusar a servidora de ter agredido o filho. A funcionária negou qualquer agressão e afirmou que apenas questionou o comportamento do adolescente.
Ainda conforme o boletim, a mulher partiu para cima da vítima, segurando-a pelo pescoço e desferindo socos e chutes. Outras duas mulheres também participaram das agressões, além de pessoas que estavam aglomeradas na entrada da escola.
A vítima relatou que sofreu diversos golpes na cabeça, rosto e pescoço, além de puxões de cabelo e arranhões nos braços. Ela afirmou ainda que a vice-diretora tentou interromper as agressões, mas foi impedida pela autora principal.
As agressões só terminaram após a intervenção de um homem que estava no local e conseguiu afastar as mulheres.
A funcionária foi encaminhada para atendimento médico e passou por exames no Instituto Médico Legal (IML). Segundo o boletim, ela reclamava de fortes dores na região dos olhos, cabeça e pescoço.
A vítima afirmou à polícia que trabalha na unidade desde o início do ano e nunca teve qualquer histórico de agressão contra alunos. Ela também informou que a escola possui câmeras de monitoramento e testemunhas que podem ajudar a esclarecer o caso.
A ocorrência foi registrada como lesão corporal e será investigada pela Polícia Civil.
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