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Imagem: Reprodução
Professora é agredida por aluno de 7 anos ao tentar separar briga em escola de Rio Preto
Ela contou para a polícia que sofreu lesões físicas após receber diversos socos e chutes dentro da sala de aula
Por Redação
23 de Julho de 2026 às 09:40
Uma professora da rede municipal de ensino de São José do Rio Preto (SP) registrou um boletim de ocorrência após ser agredida por um aluno de 7 anos dentro da Escola Municipal Dr. Wilson Romano Calil, no bairro Solo Sagrado.
De acordo com o boletim de ocorrência, o caso aconteceu por volta das 17h20 da última segunda-feira (20/07/2026), quando a professora interveio para separar uma briga entre dois estudantes durante a aula.
Segundo o registro policial, o aluno, matriculado no 1º ano do Ensino Fundamental, estaria agredindo um colega de classe. Ao tentar conter a situação e restabelecer a ordem, a professora passou a ser alvo da criança.
Ainda conforme o boletim, o menino avançou contra a educadora e desferiu diversos socos e chutes em várias partes do corpo, além de empurrá-la repetidas vezes. A professora sofreu lesões físicas dentro da sala de aula enquanto exercia suas funções.
A direção da escola foi acionada imediatamente e retirou o aluno da sala, encerrando as agressões.
No relato à Polícia Civil, a professora informou que o comportamento agressivo do estudante não seria um fato isolado. Segundo ela, a família já havia sido comunicada anteriormente pela escola, por meio de reuniões e orientações, sobre outros episódios de violência envolvendo a criança. A educadora também afirmou que já havia sido vítima de agressões praticadas pelo mesmo aluno em ocasiões anteriores.
O boletim ainda informa que a professora já havia registrado anteriormente uma ocorrência por meio da Delegacia Eletrônica, mas o procedimento foi reprovado, sob a justificativa de que crianças menores de 12 anos não praticam crime ou ato infracional, sendo o caso tratado na esfera administrativa.
Diante da nova ocorrência, a Polícia Civil registrou os fatos para preservar o histórico do caso e permitir eventual adoção das medidas protetivas e administrativas previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
Ainda conforme o boletim de ocorrência, não havia testemunhas adultas no momento das agressões. Apenas os demais alunos da turma presenciaram os fatos. O documento também aponta que a sala de aula não possui câmeras de monitoramento, motivo pelo qual não há registro em vídeo da ocorrência.
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